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Estresse pode afetar as chances de gravidez

Mulheres muito estressadas podem ter fertilidade afetada, diz estudo

Você tem dias agitados e não consegue relaxar na maior parte do dia? Cuidado, o estresse pode interferir na fertilidade, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido e publicado no periódico Fertility and Sterility. Por meio de o acompanhamento de 274 casais que estavam tentando engravidar, os pesquisadores descobriram que as mulheres tinham menos probabilidade de gerar filhos quando apresentavam níveis elevados de uma enzima relacionada ao estresse, chamada alfa-amilase.

A pesquisa é a primeira desse tipo a sugerir uma base biológica para a noção de longa data que o estresse pode reduzir as chances que uma mulher tem de engravidar, indicando que quanto mais estresse, menor o número de vezes que uma mulher engravida. Todos os casais, acompanhados durante um ano, estavam tentando engravidar a seis meses e seguiram os seus ciclos mensais utilizando kits de fertilidade em casa. No sexto dia do ciclo de cada mês, as mulheres forneciam amostras de saliva que eram testadas para os hormônios do estresse, o alfa-amilase e o cortisol.

Os níveis de cortisol não parecem influenciar a capacidade de concepção, durante os seis dias em que a gravidez era mais provável de ocorrer. Mas as mulheres com níveis mais altos de alfa-amilase tiveram cerca de 12% menos de probabilidade de engravidar durante cada ciclo do que as mulheres com níveis mais baixos.

Que hormônio é esse?

A alfa-amilase é conhecida como a enzima que ajuda o organismo a digerir o amido. Recentemente, cientistas descobriram que ela é também um indicador de estresse, pois é secretada quando o sistema nervoso produz compostos conhecidos como catecolaminas, em resposta à "luta ou fuga", reações típicas do estresse.

"Há evidências que as catecolaminas liberadas em resposta ao estresse reduzem o fluxo sanguíneo e retarda a passagem do óvulo fertilizado no útero," disse um dos autores do estudo Germano Buck Louis, que completou: "Isso pode significar que o óvulo não chega a tempo para ser fecundado. No entanto, precisamos de análises mais cautelosas sobre isso."

Cecilia Pyper, outra pesquisadora do estudo, disse que os resultados apresentados suportam a ideia de que tomar medidas para reduzir o estresse no trabalho ou em casa podem ajudar mulheres em idade fértil a alcançar a gravidez desejada. "Relaxar certamente não vai causar nenhum tipo de dano aos casais que estão tentando conceber. Reduzir o estresse pode ser difícil, mas a meditação, ioga ou outras técnicas de relaxamento podem ajudar.¨ fonte: minhavida.com.br

Voz de mãe ao telefone conforta como um abraço

Voz de mãe ao telefone conforta como um abraço

Se seu filho cai no choro quando você tem de sair pro trabalho, uma simples ligação telefônica pode ajudar a deixá-lo mais calmo. Um estudo de pesquisadores americanos sugeriu que ouvir a voz da mãe ao telefone conforta tanto quanto receber um abraço.
A pesquisa foi feita com 60 meninas entre sete e 12 anos de idade, que foram colocadas em situações de estresse: elas tiveram de falar e resolver questões de aritmética em público inesperadamente, o que acelerou os seus batimentos cardíacos e elevou os níveis de cortisol, o chamado hormônio do estresse. Depois, elas foram divididas em três grupos: o primeiro recebeu uma ligação telefônica da mãe; o segundo, um toque carinhoso, como um abraço; e o terceiro assistiu ao filme “A Marcha dos Pinguins”, considerado pelos pesquisadores emocionalmente neutro.
Segundo monitoramento dos cientistas, os dois primeiros grupos revelaram um aumento idêntico no nível de oxitocina, uma espécie de "sedativo natural" associado à empatia e capaz de aliviar os efeitos do cortisol. Já no terceiro grupo, não houve aumento no nível desse hormônio. "Assumia-se que a liberação de oxitocina em um contexto social requeria contato físico", disse a coordenadora do estudo, Leslie Seltzer, da Universidade de Wisconsin-Madison, em um artigo publicado na revista científica "Proceedings of the Royal Society B". "Mas esses resultados deixam claro que a voz de uma mãe pode ter o mesmo efeito de um abraço, ainda que elas não estejam fisicamente presentes."

fonte: revista Pais &Filhos

Uma mágica descoberta para pais e filhos

Voltando a falar sobre pingente de celular... hoje comprei um modelo incrível para meu filho de 8 anos. Veja a foto na esquerda, que ele mesmo fez questão de mostrar.
É um mini cubo mágico que pode, perfeitamente, ser manuseado como os mais tradicionais. Claro que você conhece o cubo colorido que é um verdadeiro quebra-cabeças. Mas em tamanho menor com cordinha para pendurar onde quiser, já tinha visto? Preço: 1 dólar no Japão.

O cubo mágico ganhou fama internacional em 1980 e prêmio de melhor brinquedo do ano. Um ano depois já estava sendo produzido na China, em Hong Kong, no Brasil, entre outros países. De lá para cá, ganhou formatos diversos, jogos online e até versões em 3D, mantendo assim sua popularidade. Chamado também de cubo de Rubik (por causa do seu criador), o jogo estimula o raciocínio, a concetração e exige habilidades de quem se atrave a desvendar o engima das cores.
Anote aí no seu caderninho de conhecimentos gerais: o recorde mundial de menor tempo para solucionar o enigma do cubo mágico é de 7.08s conseguido pelo holandês Erik Akkersdijk no campeonato tcheco de 2008, segundo o Wikipédia.

Voltando ao meu filho... ele está muito entusiasmado, porque desde os cinco anos de idade gosta muito de quebra-cabeças. Quando comprei o tal brinquedinho, de tão encantada, sequer pensei na possibilidade do pedido que ele me fez: mamãe me ensina como se faz? Silêncio total. Eu confesso que nunca consegui. Tentei diversas vezes, mas, desisti após os longos períodos de derrota.
Agora queria ajudar meu filho. Procurei na internet, na minha grande ¨mala secreta¨ (como do gato Felix, rs) e encontrei vídeos com tutoriais que ensinam várias técnicas. Vai ser um desafio, mas estou disposta a pagar o preço.
Depois que ganhou o famoso PSP2 (game single), ele tem passado a maior parte do tempo brincando sozinho. E aquelas nossas tardes de montar ¨legos¨ estavam guardadas apenas na memória. Bastou o pingente com o mini cubo para descobrir que ainda há muita coisa para ensinar ao meu filho. E não posso deixar que a tecnologia faça tudo sozinha.

Fica aqui a minha dica de hoje: a diversão pode custar tão pouco e render tantos benefícios no relacionamento entre pais e filhos. Jogos educativos e brinquedos inteligentes reforçam laços de amizade além de estimular o cérebro. Que tal resgatar alguns brinquedos antigos como o jogo de palitos, a dama, o banco imobiliário, o jogo de botão, etc. Juntos, você, seu filho(a), sua família, com certeza, vão se divertir muito. Quer apostar?

Poema para as mães


Para as mães do Japão e do mundo, um poema para emocionar.
De Carlos Drumond de Andrade


Para sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.


Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho
.
Carlos Drumond de Andrade



para ouvir o poema na própria voz do autor clique na imagem ao lado
(produzido por www.memoriaviva.com.br)

A nova mãe trabalha fora mas é amiga dos filhos

Independentes, chefes de família e mais velhas, as mães de hoje apresentam um perfil muito diferente das mães de 40 anos atrás.

A nova mãe
As tendências inauguradas nos anos 60 continuam a vigorar na sociedade de hoje de forma cada vez mais acentuada. A última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), de 2008, do Ministério da Saúde, valeu-se da análise de 15 mil mulheres e 5 mil crianças para mostrar as condições dessas camadas da população. Com base em algumas conclusões da pesquisa e de dados recentes do IBGE, é possível traçar o perfil da mãe brasileira.

 - 76% das mulheres trabalham fora;
 - A taxa de fecundidade está em torno de 1,8 filho por mulher;
- A faixa etária dos 25 a 35 anos é a que tem mais filhos;
- 56% das mulheres são chefes da casa. Sendo que desses lares, 52,9% são do tipo monoparental, ou seja, há somente mãe e filho (s).


A mãe moderna
Os itens listados estão intimamente relacionados e explicam o comportamento da mãe brasileira nos dias de hoje. Com a saída da mulher para o mercado de trabalho, a decisão de ter um filho passa a ser postergada em prol da realização profissional.
 "Eu tive filho com 29 anos, porque tinha me formado há pouco tempo e queria primeiro garantir um emprego bom. Quando veio a estabilidade, mudei para uma casa melhor, comprei um carro e só depois comecei a pensar em filho. Nunca conseguiria largar tudo para ser mãe. Não me sentiria realizada sendo mãe em tempo integral", conta a jornalista Cristiane Bonfim, 33 anos, de Fortaleza.
A realização profissional explica a gravidez tardia e a queda na fecundidade. Segundo dados do IBGE, em 1970, as mulheres tinham 5,8 filhos. Essa média foi ficando cada vez mais baixa até chegar, em 2008, em 1,8. A falta de tempo e o alto custo de vida são um dos fatores responsáveis por isso. "Sempre pensei em ter dois filhos, mas, com a chegada da primeira maternidade, acho que vou parar por aqui mesmo. É muito complicado cuidar de uma criança hoje em dia. Os gastos com educação, saúde e lazer são enormes. Além disso, com o segundo eu teria que reduzir os ritmos de trabalho para dar atenção aos dois. É complicado", afirma Cristiane.

As mulheres chefes de família vêm aumentando a cada ano, mas a tendência maior são para lares monoparentais, onde o filho vive somente com a mãe. "Hoje no Brasil o número de mulheres que são as únicas responsáveis pelo filho é de 14 a 16%. Espera-se que esse número aumente e chegue próximos dos 25%, como os países como Alemanha e França", comenta a psicóloga Maria Luisa.
Mãe mais presente 
O aumento no número de creches e de babás sinaliza a diminuição no tempo de convivência da mãe contemporânea com o filho, o que não significa que elas deixaram de cumprir o papel fundamental de instrução e educação da criança, como indica Maria Luísa. "As mulheres são fantásticas. Se antigamente elas cuidavam da casa e da educação dos filhos, hoje elas continuam cuidando disso, além das demais funções que desempenham fora de casa", conta a psicóloga.
A mudança nas características da mãe dá uma nova cara para a sua relação com o filho. Como sinaliza a psicóloga da Unesp, a falta de tempo com a criança, em geral, contribui para que a mãe fique mais apegada ao filho. "As mães são mais pacientes, brincam mais, querem ficar perto do filho o máximo que conseguem. Não que isso nunca tenha ocorrido, mas nota-se maior estreitamento, o que faz com que a relação fique mais aberta, a educação passa a ser mais a base de conversa e não do castigo", acredita a psicóloga.
A essência nunca muda
Essas novas características da mãe brasileira não impediram que elas deixassem de lado o afeto materno e o amor incondicional pelos filhos. Se a carreira profissional agora é uma barreira para a chegada do bebê, a partir do momento em que ele chega, as mulheres se sentem mais completas e realizadas. "Ser mãe é um desafio diário. Me faz crescer muito. Não tem nada melhor do que ajudar um filho a se desenvolver e você acaba aprendendo muito. É muito gostoso", conta Cristiane Bonfim.

A psicóloga Maria Luisa acredita que, principalmente na nossa sociedade, ser mulher é quase indissociável de ser mãe. "Além da cobrança (por parte dos parentes e dos amigos) para que ela tenha filho, a mulher, tradicionalmente, em algum momento de sua vida se depara com a possibilidade de ser mãe, ainda que ela opte por não ser. É da natureza da mulher", explica a especialista. fonte: minhavida.com.br

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